segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Benefícios do óleo de coco

O óleo de coco é obtido a partir da prensagem da carne do coco maduro, que pode ser fresco ou seco.

Rico em ácido fenólico - substância antioxidante -, ácidos láurico e caprílico, apresenta propriedades funcionais, conferindo diversos benefícios à saúde.

Fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM) - um tipo especial de gordura saturada, sem colesterol, que é rapidamente absorvida e transformada em energia no fígado, não se acumulando como gordura -, o óleo de coco pode auxiliar no emagrecimento devido ao seu efeito termogênico, que aumenta o gasto energético do organismo, além de causar saciedade.

Auxilia na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, reduzindo os níveis de colesterol total, triglicérides, LDL e VLDL colesterol e aumentando as taxas de HDL colesterol.

Rico nos ácidos láurico e caprílico, o óleo de coco possui atividade antiviral e antibacteriana, sendo demonstrado em diversos estudos suas ações em casos como candidíase e gastrite bacteriana (Helicobacter pylori). É, também, um potente imunomodulador.

Além de sua ingestão ser benéfica ao organismo, o óleo de coco também pode ser utilizado com finalidades cosméticas sem conter conservantes e/ou substâncias químicas alergênicas. Garante o aporte de antioxidantes na pele, atua como excelente hidratante, promove melhora da elasticidade cutânea, confere à pele uma aparência mais jovem e sadia e reduz danos capilares em diversos tipos de cabelos. Pode ser massageado diretamente sobre a pele, diariamente, principalmente para peles mais secas. Seu uso também é sugerido para prevenção de estrias que ocorrem por conta da gestação.

O óleo de coco é um alimento com baixo potencial alergênico e, de uma maneira geral, não possui contraindicações quando consumido em uma quantidade de 30-45ml/dia (2 a 3 colheres de sopa). Recomenda-se começar seu consumo com uma pequena quantidade (equivalente a ½ colher de sopa) e ir aumentando o consumo gradualmente. O consumo excessivo pode levar a enjôo e mal estar.

O óleo de coco é estável quando submetido a altas temperaturas. Porém, para a preservação de seus antioxidantes, recomenda-se que seja utilizado cru. Pode, ainda, ser consumido de colher, após as refeições.

Devido a sua estabilidade pode, também, ser utilizado para finalizar pratos quentes. Tipo ideal de óleo para dar sabor e aroma suaves a pratos como arroz e peixes.

Dica de uso: substitua a manteiga nas pipocas pelo óleo de coco.
Adicione em preparações frias como: saladas, sucos, shakes, misturado à granola, iogurte, salada de frutas etc.

Outra dica, é o consumo do óleo de coco em capsulas. Uma forma prática de incluir o óleo de coco em seus hábitos alimentares.




Farinha de banana verde


A banana ficou famosa nos turbantes, nas músicas e nos cenários dos filmes da nossa pequena notável, Carmem Miranda. Que riqueza! Símbolo dos trópicos, a fruta é rica em carboidratos, vitaminas A e C, fibras e sais minerais, especialmente o potássio. Também ajuda a afastar o mau-humor, porque tem triptofano, substância que aumenta os níveis de serotonina e age como um antidepressivo. Um alimento tão completo que é sempre objeto de estudos.

Em um laboratório, é a vez da banana verde. Tudo porque ela tem uma substância especial: o amido resistente.

"O amido resistente é característico desse fruto verde. No processo de amadurecimento, esse amido resistente é degradado e transformado em sacarose", explica a mestre em ciência dos alimentos Milana Dan.

"Esse amido resistente passa direto pelo intestino delgado, não é nem absorvido, nem digerido. Quando ele chega ao intestino grosso, é digerido pelas bactérias que ali existem. Essas bactérias, quando digerem esse amido resistente, produzem substâncias que são benéficas, tanto no intestino grosso como no nosso organismo em geral", acrescenta Milana Dan.

Benefícios que vão desde nos proteger contra um câncer de intestino até evitar o aumento de glicose no nosso sangue e como conseqüência, o diabetes.

"É importante sempre procurarmos controlar a glicemia – a glicose no sangue – e os níveis de insulina também", orienta a doutora em ciência dos alimentos Elisabete Wenzel de Menezes.

Mas como ninguém vai comer banana que ainda não está madura, os pesquisadores desenvolveram uma farinha: a farinha de banana verde. "Quando consumimos a banana madura, esse aumento é elevado e rápido. Quando consumimos a farinha de banana verde, esse aumento é muito menor e bem lento", informa Milana Dan.

Consumir a farinha de banana verde é um dos desafios. Como ela possui um sabor neutro, pode substituir em parte a farinha de trigo. Flocos de arroz, aveia e banana madura desidratada entram em uma receita, além da farinha de banana verde.

Uma barrinha tem uma grande quantidade de fibras que auxiliam a digestão. Cada uma possui apenas 70 calorias. E as vantagens não param por aí. Estudos indicam que um lanche com a barrinha pode provocar uma sensação de saciedade, ajudar a inibir a fome.

A rota da banana

A banana é a fruta mais produzida do mundo. Só no Brasil são sete milhões de toneladas por ano. A fruta mais popular do Brasil é cheia de qualidades e nunca pode faltar à mesa. Por isso mesmo, o brasileiro está acostumado a considerar a banana um alimento comum, barato e fácil de encontrar o ano inteiro.

"Existe uma fruta mais bem embalada do que a banana? Ela já vem embalada da natureza. Você só a despenca. Então, é uma fruta limpa, que qualquer pessoa pode comer", afirma o produtor de bananas Ricardo Chimichaque.

Fonte: http://grep.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-20236-3-329833,00.html

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

TPM: saiba como aliviar os sintomas


A TPM ou SPM (Síndrome Pré-Menstrual) é definida como a presença de sintomas físicos e/ou emocionais que ocorrem nos dias que antecedem a menstruação e terminam com o fim da mesma.

Os sintomas clássicos da TPM incluem: inchaço, dor de cabeça e nas mamas, ansiedade, agressividade, depressão, aumento da vontade de consumir carboidratos, descontrole emocional.

Esses sintomas podem indicar um desequilíbrio orgânico: o corpo está enviando sinais de que estão faltando nutrientes.

O consumo desses nutrientes podem ajudar na prevenção e/ou redução dos sintomas. São eles:

Gorduras insaturadas

As gorduras poliinsaturadas ajudam a combater a inflamação. Consuma oleaginosas, como as nozes e castanhas nos lanches da tarde!

Ácido Gama Linolênico (GLA)

O GLA auxilia na produção de substâncias de efeito antiinflamatório e também é necessário na formação de substâncias que regulam os hormônios femininos. Por isso, seu papel em atenuar os sintomas de TPM, incluindo alterações de humor, inchaço e dor nas mamas. É encontrado nas cápsulas de óleo de borragem e prímula.

Ômega 3

O ômega 3 possui ação antiinflamatória, ajudando na redução de cólicas e retenção de líquidos. Tem ação, ainda, no sistema nervoso, melhorando o humor e depressão, sintomas comuns nesse período.

Excelentes fontes de ômega 3 são a semente de chia, de linhaça e o óleo de peixe.

Cálcio

O cálcio é um nutriente que atua na regulação hormonal, contribuindo para melhora dos sintomas apresentados na TPM, como a retenção de líquidos, reduzindo o inchaço; as cólicas, os desejos por doces e a depressão. Pode melhorar a fadiga, alterações de apetite e depressão.

Boas fontes de cálcio são as oleaginosas, semente de gergelim e os vegetais verde escuros em geral.

Vitamina D

A vitamina D é outro nutriente que pode amenizar os sintomas apresentados nesta fase, por favorecer a absorção de cálcio pelo organismo. A vitamina D é encontrada na gema de ovo, manteiga, cápsulas de óleo de fígado de bacalhau, salmão e atum. A exposição ao sol é importante para ajudar na fixação da vitamina D pelo organismo.

Magnésio

O magnésio ajuda a relaxar a musculatura, diminuir o inchaço, as dores de cabeça e a vontade de comer doces. Boas fontes desse mineral são a aveia, semente de abóbora, oleaginosas, semente de girassol, vegetais verde escuros, cacau.

Vitamina B6

A vitamina B6 é necessária para a conversão de triptofano em serotonina, neurotransmissor responsável pelo bem estar. Sua ingestão adequada melhora sintomas gerais da TPM, em especial a depressão associada a essa fase. É encontrada em alimentos como os cereais integrais, banana e oleaginosas.

Triptofano

O triptofano é o aminoácido que estimula a produção de serotonina, neurotransmissor associado ao bem estar. Os níveis adequados de serotonina são essenciais para melhora do humor e depressão. Boas fontes de triptofano são a banana, chocolate, nozes, leguminosas.

O bom funcionamento do intestino é primordial para a eliminação de toxinas que estão relacionadas com a piora dos sintomas da TPM. Nesse período, a mulher deve ingerir muita água várias vezes ao dia e fibras, encontradas em frutas, legumes, verduras e cereais integrais.

Fonte: http://www.mundoverde.com.br/Saude

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O poder das sementes

sementes O consumo das sementes em geral faz parte dos hábitos alimentares da minoria da população, um dos motivos se deve ao desconhecimento de seus benefícios.
A farinha da semente de abóbora, por exemplo, além de conter uma grande quantidade de fibras (principalmente em seu estado maduro), proteínas, antioxidantes (preventivo de doenças, envelhecimento, etc.), também tem efeito vermífugo.
A semente de abóbora pode ser consumida tanto na forma de aperitivo como de farinha, esta tem demonstrado potencializar os efeitos de medicamentos hipotensivos (felodipina e captopril) e hipercolesterolêmicos (sinvastatina). Os estudos também encontraram efeitos positivos na redução de glicose sanguínea, triacilglicerois e colesterol devido à presença de antioxidantes e ácidos graxos insaturados. Além destes benefícios, a semente de abóbora contém proteínas que melhoram o processo de coagulação sanguínea.
Muitos já sabem que, a ingestão de fibras alimentares esta diretamente relacionada com a prevenção de inúmeras doenças crônicas não transmissíveis como o diabetes, dislipidemias, entre outros. Sendo assim, o interesse em proporcionar fibras vem crescendo dentro das indústrias, a fim de tornar os produtos mais atrativos aos consumidores. No entanto, muitos produtos rotulados como integrais apresentam baixo teor de fibras.
O principal efeito das fibras esta relacionado à sua solubilidade em água, sendo classificadas como, fibras solúveis (que exerce efeitos positivos no controle da glicemia, prevenção de doenças crônicas entre outros) e as fibras insolúveis (mais utilizadas para aumento do peso fecal, proporcionando um aceleramento do trânsito intestinal e estimulando os movimentos peristálticos.
O gergelim, também é um bom exemplo de semente rica em proteínas (50%), principalmente em aminoácidos sulfurados. Além disso, a combinação da semente de gergelim com os grãos, como o feijão (caupi), que também contem boas concentrações de proteína (25%), aminoácidos essenciais, fibras e lisina, se completam formando uma excelente fonte protéica. O feijão comum (carioca), também apresenta uma boa combinação na proporção de 50:50, uma ótima opção para os vegetarianos.
Os grãos também diminuem os níveis de leptina, que age diretamente na saciedade e no gasto de calorias, quando somado ao poder das fibras em proporcionar uma maior distensão gástrica, induz uma maior sensação de saciedade, o que facilita a perda de peso.
A forma de utilização do gergelim que vem sendo cada vez mais estudada é a farinha desengordurada do gergelim dessecado.
No mercado industrial, a farinha de gergelim vem sendo utilizada como substituto econômico da carne em salames fermentados.
A farinha de gergelim apresenta uma alta digestibilidade, o que é muito positivo para todo o trato gastrointestinal, prevenindo a formação de gases, constipação entre outros sintomas. A sua utilização é muito recomendada para diabéticos, devido ao seu efeito hipoglicemiante e melhora da sensibilidade a insulina.
As sementes, além de uma ótima fonte de proteínas e fibras, também são fontes de cálcio, ferro e fósforo. E melhor ainda, apresentam uma biodisponibilidade (poder de absorção) para o cálcio, muito superior aos leites, queijos e derivados. Os estudos também encontraram melhoras nos níveis de hemoglobina. Isso sem falar na presença de fitoquímicos, vitaminas, minerais, compostos fenólicos, fitoestrogenos e gorduras poliinsaturadas, que são as benéficas a saúde.
Para ter mais informações de como se beneficiar com a utilização das sementes procure um nutricionista.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Os Mistérios do Farelo de Trigo



O que é o farelo de trigo e como ele age no organismo?


O farelo de trigo é constituído por fibras insolúveis que exercem funções muito importantes como: auxiliar na formação do bolo fecal aumentando e melhorando a motilidade do mesmo, eliminar toxinas do organismo auxiliando na limpeza do sistema digetório, aumentar o período de saciedade e conseqüente controle e redução de peso pela grande quantidade de fibra presente onde atua como uma esponja rentendo líquidos e dando a sensação de estômago cheio. Na sua composição são encontrados diversos minerais, inclusive o cromo, que possue funções na manutenção do metabolismo dos carboidratos e gorduras ajudando a eliminar esses nutrientes impedindo sua absorção.


Quais os seus benefícios para a saúde e, em especial, para quem deseja emagrecer?

As fibras presentes no farelo de trigo são fibras do tipo insolúveis que auxiliam no funcionamento do intestino e também na sensação de fome e saciedade. Com a saciedade aumentada, passamos a sentir menos fome e consequentemente reduzimos a ingestão alimentar ajudando assim na redução de peso.


Em relação a prisão de ventre, o farelo de trigo é capaz de melhorar o intestino?

Sim, estudos comprovam que as fibras alimentares são extremamente importantes para pessoas que sofrem de constipação (prisão de ventre) e obesidade, já que as fibras auxiliam na eliminação das fezes por aumentar o bolo fecal, deixando-o menos endurecido, facilitando a passagem das fezes pelo intestino evitando dores e desconforto abdominal, além de atuar na saciedade por absorver líquidos no organismo e conter um baixo valor calórico ajudando a melhorar a sensação de fome e reduzir a ingestão energética. É importante lembrar que no caso da prisão de ventre, quando se aumenta a quantidade de fibras na alimentação deve-se aumentar também o consumo de líquidos, principalmente água para não ocorrer o efeito reverso. A prática de atividade física também é recomendada para junto com as fibras e uma alimentação saudável rica em frutas, verduras e legumes, melhorar o intestino e ajudar na redução de peso corporal.



De que forma ele deve ser ingerido diariamente?

No caso de redução de peso, é indicado a ingestão no café da manhã para proporcionar uma saciedade e a melhora do intestino ao longo do dia. Pode-se iniciar com 1 colher de sopa e ir aumentando semanalmente até chegar a no máximo 4 colheres de sopa para aos poucos o organismo se adaptar ao aumento da ingestão de fibras.

Quais outras formas, é recomendado para quem deseja emagrecer?

A semente de gérmen de trigo também auxilia na redução de peso por conter também grande quantidade de fibra insolúvel auxiliando também na saciedade, além de conter potente ação antioxidante porém o mais indicado mesmo seria o farelo por ter maior disgestibilidade.


Qual a diferença entre o farelo, o gérmen de trigo e a fibra de trigo? Como se diferenciam também suas ações e benefícios?

Farelo de trigo: é um subproduto da farinha de trigo, onde seu grão é 28% não aproveitado originando assim o farelo. É a película externa que envolve o grão de trigo integral obtida no processo de moagem para obtenção da farinha de trigo.
Gérmen de trigo: é a parte mais nobre do grão de trigo, é no gérmen que a nova planta de trigo começa a brotar. É rico em vitamina B1 e vitamina E, explicando sua ação antioxidante. Pode ser misturados em sucos por conter um sabor amargo.
Fibra de trigo: é o mesmo que farelo de trigo.


A cápsula de óleo de gérmen de trigo auxilia o processo do emagrecimento? Por que?

As cápsulas de óleo de gérmen de trigo são obtidas através da compreensão do grão para estração do óleo que é rico em Omega 3 e 6 e vitaminas antioxidantes que auxiliam no controle e redução de risco de doenças cardíacas, redução do colesterol e triglicerídeos sanguíneos e redução do processo inflamatório presente na obesidade. No caso da redução de peso propriamente dita as fibras presentes na semente de gérmen de trigo que auxiliam neste processo, e para fabricação das cápsulas é extraído o óleo e retirada a quantidade de fibras existentes no grão para encapsular, sendo assim para efeito de redução de peso é mais indicado o consumo do grão de gérmen ou do farelo de trigo para atuarem na saciedade.
 

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Benefícios da semente de chia

DESCRIÇÃO
As sementes de chia são originárias da planta Salvia hispanica, encontrada no sul do México. Era utilizada pelos astecas, mexicanos e habitantes do Sul da Califórnia e do Arizona como suplemento alimentar para aumentar a resistência, a energia e a força necessária sob condições extremas como o calor intenso, a escassez de água e alimentos.

FIBRA
A semente de chia apresenta alto teor de fibras, nutriente essencial para o bom funcionamento do organismo. As fibras apresentam a capacidade de promover saciedade, pois em contato com líquido no interior do estômago formam uma espécie de “gel” que dilata o estômago. Estudos apontam que o consumo da chia pode auxiliar na perda de peso, pois auxilia na redução do apetite. Além disso, este “gel” irá aumentar o volume do bolo fecal, facilitando a eliminação das fezes e melhorando o funcionamento do intestino. O consumo da chia pode auxiliar em casos de constipação e diverticulite. O “gel” formado pela fibra em contato com líquido auxilia ainda no tratamento e prevenção de doenças como diabetes, hipercolesterolemia e doenças cardiovasculares. Parte da glicose (açúcar) e gordura em excesso permanecem retidos na fibra, sendo eliminados através do bolo fecal.

PROTEÍNA
A semente de chia possui elevado teor de proteína, apresenta maior teor deste nutriente quando comparada a outros cereais como o milho, o arroz, a aveia, a cevada e o trigo. Estudos demonstram que a proteína presente nesta semente apresenta boa digestibilidade e valor biológico. Por ser boa fonte de proteínas, o consumo da chia pode beneficiar vegetarianos, pois complementa o fornecimento deste nutriente na dieta. Pode ser utilizada na alimentação de crianças, adolescentes e gestantes, pois a proteína é um nutriente essencial para o correto crescimento e desenvolvimento. Praticantes de atividades físicas também podem se beneficiar do consumo desta semente, já que estes indivíduos necessitam de maior aporte proteico quando comparados a indivíduos sedentários.

VITAMINAS E MINERAIS
Chia é uma boa fonte de vitaminas do complexo B, com maior destaque para a niacina e a tiamina. É uma boa fonte de minerais como: cálcio, fósforo, magnésio, potássio, ferro, zinco e cobre.
Por ser boa fonte de cálcio é uma excelente opção para aqueles que apresentam osteopenia e osteoporose. Para crianças e gestantes, o cálcio é importante para a formação da massa óssea.
A semente possui ainda considerável teor de ferro, importante para o transporte de oxigênio, fortalecimento do sistema imune, produção de energia, destoxificação hepática e formação de neurotransmissores.

ANTIOXIDANTES
Os radicais livres são produzidos diariamente em nosso organismo, durante a respiração, digestão dos alimentos, exposição à poluição, dentre outros. Os radicais livres podem danificar as células levando desde envelhecimento precoce até doenças como câncer. Os antioxidantes são capaz bloquear o efeito prejudicial dos radicais livres. A maioria dos antioxidantes são encontrados em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes e cereais integrais.
Os mais importantes antioxidantes encontrados nas sementes de Chia são o ácido caféico e ácido clorogênico. Estudos indicam que o consumo de altos níveis de alimentos e bebidas ricos em compostos antioxidantes podem proteger contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

ÔMEGA 3
Nosso organismo necessita de equilíbrio entre a quantidade de ômega 3 e ômega 6 na dieta, pois cada um desempenha importantes funções em nossos organismo. Com nosso padrão alimentar atual, onde há maior consumo de alimentos fontes de ômega 6 (gordura animal e laticínios), observamos um aumento das doenças crônicas e inflamatórias. Estudos apontam que a falta de alimentos fontes de ômega 3 na dieta, promovendo desequilíbrio entre o teor destes ácidos graxos, é uma das principais causas desta disfunção. A semente de chia vem sendo apontada, até o momento, como a fonte de maior concentração de ômega 3.

VALE DESTACAR!
A semente de chia é isenta de glúten, portanto pode ser utilizada por indivíduos que apresentam doença celíaca.
UTILIZAÇÃO
Forma simples de usar chia diariamente

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A doença celíaca

Ainda pouco conhecida, seus sintomas podem se confundir com outros distúrbios. Trata-se da Doença Celíaca, ou seja: A Intolerância permanente ao glúten. A Doença Celíaca geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, podendo entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. O tratamento da doença consiste em uma dieta totalmente isenta de glúten. Os portadores da doença não podem ingerir alimentos como: pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, whisky, vodka,etc, quando estes alimentos possuírem o glúten em sua composição ou processo de fabricação. Devido a exclusão total de alguns alimentos ricos em carboidratos e fibras, a dieta do Celíaco habitualmente é composta em sua maior parte de gorduras (margarina, manteigas, óleos, etc) e proteínas (carne em geral) e em menor parte de carboidratos (massas sem glúten, açúcares,etc).

Mas além dos alérgicos existem pessoas que são hipersensíveis ou intolerantes ao glúten, elas não têm doença celíaca, nem respostas auto-imunes, mas o seu corpo tem dificuldade em quebrar o glúten e isso afeta a função normal do organismo, podendo causar desconfortos como distensão abdominal, prisão de ventre, artrite, prurido, dermatite, acne, enxaqueca, além de alterações de humor, ansiedade, depressão e síndrome do pânico.

O que é o GLÚTEN ?

É a principal proteína presente no Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, e no Malte (sub-produto da cevada), cereais amplamente utilizados na composição de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas, assim como cosméticos e outros produtos não ingeríveis. Na verdade, o prejudicial e tóxico ao intestino do paciente intolerante ao glúten são "partes do glúten", que recebem nomes diferentes para cada cereal. Os produtos que contenham malte, xarope de malte ou extrato de malte não devem ser consumidos pelos Celíacos. O glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos, e por isto uma dieta deve ser seguida à risca. O Glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a absorção dos alimentos.
Daí a proposta de uma dieta sem glúten para pessoas que não são celíacas, para verificar se a exclusão do glúten da dieta proporciona melhoria nos sinais e sintomas apresentados.

O glúten não é um nutriente essencial para a saúde e a sua retirada da dieta não causa prejuízos.

E não é difícil seguir uma dieta sem glúten, a oferta de produtos é cada vez maior. Não só temos mais opções como os produtos são mais saborosos. É possível encontrar pães, torradas, cookies, bolos, pães de mel, brownies, barras de cereal, granolas além de macarrão, massa de lasanha, pizza e panqueca.
Esses produtos são feitos com arroz, polvilho, fécula de batata, milho, soja, quinua. Também está liberado a mandioca e o inhame.

Números da doença:
  • Mais de um milhão de brasileiros são portadores da doença celíaca;
  • SC é o segundo estado em número de celíacos cadastrados, perdendo apenas para o estado de SP.

sábado, 15 de outubro de 2011

Quinua - Perguntas e Respostas Sobre o Alimento do Momento


O que é a Quinua?
Trata-se de um cereal sagrado dos Incas e cultivado no Altiplano Boliviano. Foi qualificada como um alimento de grande valor nutricional pela Academia de Ciências dos Estados Unidos e selecionada pela Nasa para integrar a dieta dos Astronautas em vôos espaciais de longa duração, por seu interessante valor nutricional.
Quais os principais nutrientes da quinua?
A quinua apresenta 23% de proteínas, com altos níveis de lisina e metionina, dois aminoácidos importantes para o crescimento e regeneração dos tecidos. Encontramos principalmente vitaminas A, B6, B1 e, em menores quantidades, as vitaminas E e C. Rica em certos minerais, como o ferro (9,5 mg/100 g de Quinua), fósforo (286 mg/100 g de Quinua) e Cálcio (112 mg/100 g). No que diz respeito aos carboidratos, estes apresentam um valor entre 67% a 74%, essencialmente na forma de amido. São ainda boas fontes de fibras.
Quais os benefícios para o organismo?
As fibras controlam o funcionamento intestinal, absorção de colesterol e glicose. As vitaminas e minerais controlam diversas funções orgânicas (o ferro previne a anemia, a Vitamina E e C é antioxidante, o cálcio é bom para ossos e dentes), os carboidratos fornecem energia, as proteínas atuam na manuteção da pele, orgãos, cabelos, etc.
Como comprar e preparar a quinua?
A quinua já pode ser encontrada com mais facilidade em lojas de produtos naturais e até supermercados. Pode ser preparada e utilizada da mesma forma que o arroz, ou como parte de receitas.

A importância do magnésio


O magnésio está envolvido em muitas reações enzimáticas, pois sua principal função está associada à ativação de inúmeras enzimas. De acordo com o Institute of Medicine (IOM), a ingestão dietética recomendada (RDA) de magnésio é de 400 mg para homens com idade maior ou igual a 19 anos e 310 mg para mulheres, também com idade superior a 19 anos. A deficiência de magnésio é relativamente comum no Brasil em função da população consumir uma dieta rica em alimentos industrializados e pobre em alimentos in natura que são importantes fontes desse mineral.

As principais fontes de magnésio são: aveia, arroz integral, tofu, milho, lentilhas, oleaginosas com destaque para pistache, avelãs e amêndoas, vegetais folhosos verdes escuros e semente de abóbora.

Magnésio x Depressão, Insônia e Hiperatividade
O magnésio é um mineral fundamental para a formação de serotonina, neurotransmissor relacionado à sensação de prazer, bem estar e regularização do sono. Na deficiência de magnésio é muito comum ocorrer alterações de humor levando a quadros de ansiedade, irritabilidade, nervosismo, hiperatividade e insônia. Além disso, a queda da produção de serotonina pode contribuir para um quadro de depressão.

Magnésio x Osteoporose
O magnésio é necessário à formação óssea, a deficiência deste nutriente é encontrada com freqüência em indivíduos com osteoporose. A deficiência de magnésio está relacionada à formação óssea inadequada, colaborando com a perda da massa óssea.

Magnésio x Doenças Cardiovasculares
O magnésio desempenha papel fundamental na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, pois atua inibindo a agregação plaquetária e promovendo relaxamento dos vasos sanguíneos, o que facilita o controle da pressão arterial.

Magnésio x Hipertensão Arterial
O magnésio participa da formação do óxido nítrico que apresenta ação vasodilatadora, promovendo diminuição da pressão arterial. A deficiência deste mineral reduz a ativação do óxido nítrico, o que conseqüentemente pode provocar aumento na pressão arterial.
O zumbido ininterrupto no ouvido também é um sintoma muito comum em hipertensos, pois o aumento da pressão arterial faz com que o fluxo sanguíneo se modifique provocando zumbido.

Magnésio x Diabetes Mellitus
A deficiência de magnésio está relacionada ao aumento da resistência periférica à ação da insulina, o que compromete o metabolismo da glicose.

Magnésio x Envelhecimento
A deficiência de magnésio leva a uma diminuição da multiplicação de células, o que está relacionado ao envelhecimento precoce.

Magnésio x Contração Muscular
O magnésio está relacionado não só a contração muscular no exercício físico, mas também a contração que envolve vários órgãos como o coração. Se a contração não ocorrer de forma adequada o funcionamento do órgão também será afetado negativamente.
A deficiência de magnésio também afeta a parte neuromuscular, um sintoma clássico de deficiência de magnésio é o tremor nos olhos. O formigamento exacerbado é resultado de déficit de magnésio e de vitaminas do complexo B.

Magnésio x Tensão Pré-Menstrual
Estudos apontam que a suplementação de magnésio, que normalmente é deficiente em mulheres com TPM, melhora sensivelmente o humor e os sintomas desagradáveis deste período.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Amaranto


Este cereal de origem Andina está tomando de assalto as refeições matinais dos brasileiros antenados em alimentos saudáveis. A semente do amaranto é uma rica fonte de proteínas, cálcio e zinco. Sendo assim, vamos conhecer um pouco mais deste novo componente das mesas brasileiras?

Estudos e pesquisas já comprovaram que o amaranto é um forte aliado na luta contra o colesterol.  Um exemplo disso é o estudo realizado pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP), que comprovou a aceitabilidade de alimentos matinais e barras energéticas à base de amaranto. De acordo com o estudo, “o amaranto tem mais cálcio, em quantidades parecidas com a do leite; mais fibras, importantes componentes de nossa dieta, e pode ser consumido por pessoas com intolerância ao glúten. Também foi comprovada em animais sua capacidade de reduzir o colesterol no sangue”.

A boa fama não para por aí e ultrapassa as fronteiras. A Organização das nações unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) classificou o amaranto como a melhor proteína de origem vegetal do planeta.

Já é possível encontrar o amaranto nos mercados ou lojas especializadas em forma de barrinhas e farinha. Essa última pode ser utilizada em sucos, bolos, biscoitos e sopas. A “novidade” saudável também pode ser usada em bebidas como o chá frio. O objetivo da bebida é ajudar no bom funcionamento do organismo, além de ser oxidante.

Marcos da pesquisa sobre cranberry


Desde 1984, muitos estudos afirmaram que os cranberries possuem inúmeros benefícios para saúde, sendo que o principal é seu efeito “antiadesão” sobre certas bactérias. O Suco de Cranberry da Juxx contém compostos naturais de cranberry chamados de proantocianidinas, que são compostos considerados por serem responsáveis pelo mecanismo antiaderência que ajuda a manter a saúde do trato urinário. Em outras palavras as protoantociadinas “desabilitam” certas bactérias prejudiciais no corpo, dessa forma “as bactérias não conseguem se aderir”

As primeiras descobertas científicas sobre cranberry estavam relacionadas à saúde do trato urinário. As atuais pesquisas científicas sugerem que os cranberries podem apresentar excelentes benefícios para nossa saúde em outras partes do corpo. Enquanto a pesquisa ainda está em desenvolvimento, é interessante considerar a importância do cranberry como uma ferramenta promissora na luta natural contra a bactéria.

As recentes pesquisas também mostram que os cranberries superam outras frutas com seu “ataque duplo” de benefícios à saúde de antiadesão e antioxidante. De acordo com um estudo recente, os cranberries possuem mais antioxidantes de ocorrência natural por grama do que qualquer outra fruta comum, ajudando a reforçar as defesas do corpo contra os danos dos radicais livres que podem contribuir para diversas doenças crônicas, incluindo doença cardíaca.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Flor de sal x sal refinado


Mas o sal refinado não é marinho (FLOR DE SAL)?

O sal refinado é “produzido” a partir do sal marinho(In natura). Entretanto lhe são extraídos diversos nutrientes e em contrapartida, são adicionados muitos aditivos químicos altamente prejudiciais à saúde.

Porque o sal refinado faz mal à saúde?

Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho (For de Sal). Durante a industrialização, sal marinho (In natura) passa por uma lavagem onde são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, para prevenir o bócio. Porém, o iodeto geralmente é usado numa quantidade superior à quantidade normal de iodo do sal natural, predispondo o organismo a doenças da tireóide como nódulos, tumores e câncer.

Também são perdidos enxofre, bromo, magnésio, cálcio, potássio e outros minerais que representam excelente fonte de lucros para as industrias que extraem esses elementos do sal bruto. Como os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz, é adicionado um estabilizante, a dextrose. Esta, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal uma coloração roxa, então um alvejante é adicionado, o carbonato de sódio (que pode provocar cálculos renais e biliares).

No processo de lavagem também são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. Em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como cálcio natural, cobre, molibdênio e zinco.

No processo de industrialização do sal normalmente se faz uma lavagem a quente para clarear melhor o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação de enzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.

Depois de empobrecido, o sal industrial recebe aditivos químicos.

Além do oxido de cálcio que evita que o sal se liquefaça (e favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar), o sal receberá também ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos.

Entre as perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio. A escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose, além de arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.

Principais efeitos do sal refinado e doenças associadas:

Hipertensão arterial, edemas, eclampsia, arteriosclerose, cálculos renais e biliares, hipoplasia da tireóide, nódulos da tireóide.

Principais aditivos químicos do sal refinado:

Iodeto de potássio, óxido de cálcio, carbonato de cálcio, ferrocianeto de sódio, prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio, dextrose, talco mineral.

Quais as vantagens do sal marinho natural(Flor de Sal)?

O sal marinho (Flor de Sal) contém cerca de 84 elementos benéficos à saúde que são eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. O sal marinho (Flor de Sal), não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais.
Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho (Flor de Sal) na dieta, pois o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob a forma de cloreto. Isto pode
ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho (Flor de Sal) é agradável ao paladar.

O que pode significar na minha vida esta mudança alimentar?

Saúde: Melhor controle da pressão arterial, ingestão barata de minerais essenciais à saúde, além de evitar se “envenenar” com as maciças doses de aditivos usadas no sal refinado industrializado.
A princípio, parece um exagero lhe propor mais esta mudança na sua rotina de vida. Mas trata-se de um detalhe que pode mudar sua vida quando aliado a outras dicas saudáveis de alimentação.

Flor de sal: Camada fina que se forma na superfície da maré salgada, durante a evaporação contínua. Este sal não sofre nenhuma transformação, além da secagem natural ao sol, que elimina o tom rosa.

A flor de sal contém todos os 84 oligoelementos e micronutrientes encontrados no mar. Um nível adequado deste sal é muito importante para o bom funcionamento do nosso organismo. O sistema médico / farmacêutico nos ensina que uma alimentação com pouco sal leva a uma vida mais longa. Na realidade, o sal prejudicial é o sal comum, refinado. Quanto à flor de sal, os fatos são: 
  • Uma dieta com pouco sal para o tratamento da pressão alta é uma desgraça baseada em um dogma e não em provas.
  • Uma dieta com restrição de sal pode aumentar a pressão sangüínea.
  • A falta de sal pode acelerar o envelhecimento e a degeneração celular.
  • A falta de sal pode enfraquecer a saúde, causar problemas hepáticos e renais e um forte esgotamento adrenal.
  • Uma dieta sem sal cansa os músculos do coração e pode causar um enfarte.
  • O poder de cura da flor do sal equivale a vitamina C, vitamina E e muitos outros nutrientes.
Para uso humano, o sal precisa ser iônico e conter todos os minerais e oligoelementos na proporção correta para o plasma sangüíneo. O iodo orgânico, contido no sal marinho não refinado (flor de sal), oferece alguma proteção contra os efeitos nocivos da radiação.

Fonte: John Claydon de Regenerative Nutrition, Greenhealthwatch, nº 23, 2003